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Perguntas frequentes

  1. O que se pretende com a Plataforma Inclusão?
    Pretende-se implicar as associações de jovens, associações recreativas, associações de voluntários, centros de apoio a idosos, grupos comunitários, juntas de freguesia, grupos de teatro amador , coros de igrejas, além de empresas e/ou instituições, na oferta de trabalho remunerado ou voluntário para as pessoas com perturbações do espetro do autismo (PEA)que acabam ou interrompem a escolaridade obrigatória, proporcionando-lhes um trabalho útil e produtivo.  Podem ser oferecidas oficinas de competências.
  2. O que são oficinas de competências?
    São oficinas destinadas a explorar os interessese e/ou as competências das pessoas com perturbações do espetro do autismo . Poderão abranger várias áreas ou simplesmente o desenvolvimento da autonomia. Serão adaptadas aos diversos níveis etários. Funcionarão também como centros de recursos.
  3. Boas práticas. O que são?
    As boas práticas apresentadas podem ser um incentivo para os jovens, para as famílias e para as escolas. Têm como objetivo fomentar contactos com organizações locais, organizações recreativas ou clubes e estabelecer parcerias com vista a ocupar os jovens.
  4. A quem se destina a Plataforma Inclusão?
    Destina-se aos jovens e adultos com Perturbações do Espetro do Autismo (PEA) que procuram trabalho e/ou ocupação. O trabalho pode ser em regime de voluntariado ou trabalho remunerado, tempo parcial ou tempo inteiro. Os candidatos podem ser alunos da escolaridade obrigatória com a idade mínima de 16 anos. 
    Esta plataforma destina-se igualmente aos empresários, instituições ou outras organizações que pretendam empregar ou dar trabalho a pessoas com PEA.
    Quem pretender oferecer emprego pode colocar na plataforma a sua oferta.
  5. Como funciona a oferta e procura de trabalho?
    Os candidatos a emprego e as empresas/instituições recrutadoras preenchem, na plataforma, uma ficha de candidatura própria. A FPDA analisa as fichas e valida a sua publicação. A ficha dos candidatos fica disponível para as empresas/instituições autorizadas ou como já dissemos atrás, para um grupo mais alargado de proponentes de emprego. Estas pessoas contatarão as associações responsáveis pelos candidatos que, a partir desse momento,acompanharão todo o processo de trabalho.
    Na Plataforma inclusão os recrutadores também podem colocar as suas ofertas de trabalho que serão analisadas pelas instituições mediadoras.
  6. O que é necessário para um candidato ficar inscrito na plataforma?
    O candidato ou a instituição/escola/família que o inscreve tem que contatar uma associação para pessoas com autismo da sua área geográfica (distrito) , caso não seja já membro de uma delas. Nesse caso o mediador será a associação federada. 
  7. Se não houver uma associação no seu distrito, o que faz o candidato?
    Procura outra associação federada noutro distrito. O papel do mediador é estabelecer os contatos  entre o candidato e o empregador.
  8. Agora que o candidato já tem um mediador, como pode registar-se na Plataforma?
    O candidato ou o mediador terá que preencher a ficha de candidatura que está na plataforma.
  9. Como é preenchida a ficha de candidatura?
    Começa por entrar na plataforma, acede ao “registo”, que está no canto superior direito, escolhe “registo como candidato”, preenche todos os dados que lhe são pedidos e submete. A partir desse momento a sua ficha está criada e disponível para as empresas/instituições parceiras do projeto consultarem.
  10. A ficha de candidatura fica visível ao público que visite a plataforma?
    Não. Só pode ser consultada pelas empresas/instituições/grupos parceiros no projeto e autorizados pela FPDA.
  11. Após preencher a ficha de candidatura, o que faz a seguir?
    O candidato aguarda pelo contato da associação responsável que o informará das pessoas interessadas na sua colaboração.
  12. O candidato pode contatar diretamente as empresas/instituições que oferecem emprego?
    Não, quem contata as empresas/instituições que oferecem trabalho é a associação responsável pelo candidato.
  13. Depois de ser contatado pela sua associação a informar que tem uma empresa interessada, o que faz o candidato?
    Contata a empresa/instituição junto com o seu mediador.
  14. Que empresas/instituições podem participar neste projeto?
    Todas.
  15. Quais as vantagens para as empresas/instituições em contratar pessoas com deficiência?
    Consultar a plataforma do Instituto Emprego e Formação Profissional
    https://www.iefp.pt/apoios-emprego
    https://www.iefp.pt/reabilitacao-profissional

    Nesta plataforma encontrará, um conjunto integrado de medidas que visam apoiar a qualificação e o emprego das pessoas com deficiência e incapacidade que apresentam dificuldades no acesso, manutenção e progressão no emprego.

  16. O que tem que fazer uma empresa/instituição para recrutar pessoas com PEA?
    Começa por entrar na plataforma, acede ao “registo”, que está no canto superior direito, escolhe “registo como recrutador”, preenche todos os dados que lhe são pedidos e submete. A partir deste momento a sua ficha está criada. 
  17. A ficha de candidatura das empresas/instituições fica visível ao público que visite a plataforma?
    Sim, a ficha da candidatura das empresas fica visível ao público.
  18. Como as empresas/instituições têm acesso à lista de candidatos a emprego?
    Através da área de pesquisa onde podem consultar as fichas dos candidatos com todas as informações relevantes.
  19. As empresas/instituições contatam diretamente os candidatos a emprego?
    Não, contatam a instituição responsável por eles, cujos contatos encontram na ficha.
  20. As empresas/instituições recebem algum tipo de acompanhamento especializado em pessoas em PEA?
    Sim, as associações responsáveis pelos candidatos estarão sempre disponíveis a fazer este acompanhamento, prestando o apoio e esclarecimentos necessários.
  21. O que é aconselhável às empresas saberem ao contratarem o candidato?
    Aprender como interagir com uma pessoa com PEA.
    As pessoas com PEA podem apresentar dificuldades na interação social e na comunicação: na linguagem recetiva e expressiva. Podem até não comunicar através da linguagem.
    Se dominarem a linguagem recetiva, é necessário:
    • falar clara e sinteticamente para que compreendam bem a tarefa que se lhes propõe;
    • usar outros meios de expressão ou sistemas de comunicação complementares e/ou alternativos; desenhos, mapas, quadros, auxiliares visuais ; 
    • estabelecer rotinas no trabalho;
    • dividir o trabalho em segmentos e assegurar-se que a explicação foi compreendida e a sequência do trabalho, o seu começo e o fim bem clarificados;
    • assegurar um ambiente estruturado e estável de trabalho o que é igualmente útil para todos os trabalhadores.    
  22. O que é necessário ter presente ao contratar uma pessoa com PEA?
    Uma pessoa com perturbações do espetro do autismo é uma pessoa que tem determinadas caraterísticas pessoais como qualquer outra e além disso tem problemas  mais ou menos graves relacionados com a deficiência que o atinge.Quanto melhor o empregador a conhecer, melhor será o rendimento de trabalho que ela pode ter.